terça-feira, 9 de julho de 2013

Momento Fofurice aguda!

Gente, desde que assisti esse vídeo, desejei ter um bichinho desses com todo o meu coração!
Apreciem sem moderação no amoooor <3

sábado, 6 de julho de 2013

Então…

É né… Faz tempo que eu não dou as caras pra contar alguma coisa sobre mim por aqui. E bem, não é por falta de tempo nem nada assim, pois, tempo eu tenho, só não tenho mais aquele pique de escrever como antes. Lembro-me que eu vivia criando mentalmente posts, hoje eu não sei mais fazer isso!

Incrível, quando eu finalmente tenho tempo e internet eu não consigo ter criatividade para escrever. E olha, não é por falta de tentativas. Inclusive, tenho buscado muitas imagens para ilustrar os posts, porém, sem ideias para o que escrever. O último post, sobre os protestos, foi a exceção, e olha que eu demorei dias para escrever, muitos dias.

Vamos ás novidades. Não são muitas, não.

1. Tranquei quase todas as cadeiras da faculdade, fiz apenas matemática, e passei (finalmente).

2. Estou tomando Ritalina, para concentração, e tem ajudado bastante.

3. O plano de criar uma sociedade com a minha colega e sócia Talita ainda está de pé, mas ainda não iniciamos nada, por enquanto.

4. Tenho procurado emprego na área do meu técnico de secretariado, pois, já que vou largar a arquitetura, é melhor ter um plano para caso eu acabe sem estágio.

5. Entrei de férias do meu estágio (não remuneradas, shit), período que eu pretendo utilizar para: Descansar, escrever bastante aqui, procurar emprego e fazer um curso de costura!

6. Acho incrível que minhas férias, tenham chegadas acompanhadas de uma fuking Pielonefrite, DE NOVO! LEMBRAM?

Acho que será um momento de muita preguiça essas minhas férias, mas enfim, será bom para descansar, e me curar!

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segunda-feira, 24 de junho de 2013

Acordamos?

Eu sei, faço promessas de escrever mais frequentemente, mas não passam de promessas, vãs promessas.

Mas vim aqui para tratar de um assunto sério. Sim, eu serei mais uma, das milhões de brasileiras e brasileiros (como diria nossa presidenta) que fará uma resenha sobre o assunto mais polêmico de todos os tempos, as manifestações em todo o Brasil, e mundo, em relação ao aumento das passagens, o que acarretou em muita violência, depredações, e muita, muita história para dar capas aos jornais e revistas.

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Fonte da fotografia: Página Arquitêta no Facebook

Porto Alegre foi uma das cidades que aderiu aos protestos, e como já havia sido feito há alguns meses atrás, se reuniu em frete a prefeitura para protestar na segunda-feira (17) e na quinta-feira (20).

Eu não participei de nenhum dos protestos, por isso minha opinião é puramente do que assisti pela televisão, ouvi pelo rádio e ao passar pelo centro de Porto Alegre no momento do protesto.

Após o início dos protestos no Brasil comecei a me informar, ler em blogs, não somente nos sites de notícias, pois muitos desses mostram clara preferência por um dos lados, o que para mim, não caracteriza jornalismo sério, pelo fato de que um jornalismo sério deve oferecer a notícia sem influenciar a opinião do leitor. O que eu vi, foi que, no Rio, e em São Paulo, o movimento foi muito organizado, apesar de ainda ter problemas com a violência policial e com as depredações, o movimento foi organizado. Havia muitas reivindicações além da principal (aumento das passagens), sim, mas isso é o reflexo de anos e anos de frustração com isso entalado na garganta do brasileiro, e quando aquele aumento de R$ 0,20 ficou estipulado, acredito que tenha sido a gota d’agua, e se gerou a revolta.

Após a primeira manifestação em Porto Alegre, a qual eu não participei puramente por preguiça e falta de companhia, eu estava certa de que iria dar um jeito de participar da manifestação da quinta-feira, inclusive, já estava quase comprando óculos de proteção, máscara e alguns acessórios de proteção. Até mesmo li como me proteger de cada tipo de arma de efeito moral que pudesse ser utilizada pela polícia. Eu estava incorporando uma pessoa com consciência de manifestante, criando mentalmente frases de impacto para os cartazes que levaria para o protesto. Mesmo sabendo que no horário do protesto eu tinha trabalho de matemática para fazer, eu pretendia me juntar ao protesto após o trabalho.

Tudo realmente mudou em mim no dia do protesto de quinta-feira.

O assunto de quinta-feira não mudava, o protesto que iria parar a cidade a partir das 18 horas. Então realmente comecei a pensar sobre isso, e cada vez pensar mais. Ao sair do trabalho ás 16:00hs todo o tumulto já tinha se orquestrado, o transito ficou um caos, a tensão era visível nas pessoas, parecia a anunciação do apocalipse zumbi na cidade. Até a faculdade cancelou qualquer avaliação que tivesse no dia. Acabei passando próximo a manifestação, que não passavam de 100 pessoas, todas de guarda-chuva (na quinta-feira caiu muita água em Porto Alegre), muitos, MUITOS adolescentes bebendo vinho, como se fosse um evento recreativo, e poucos, muito poucos levando o protesto realmente á sério.

Demorei mais de 3 horas para chegar em casa, sabem o que é permanecer mais de 3 horas dentro de um ônibus comum? Sem conforto, molhada da chuva, com frio, com pessoas de pé, som alto, reclamações, crianças chorando, etc.? Bom, entendam que, uma viagem de transporte coletivo não é uma viagem de ônibus normal, é para durar no máximo uma hora, não mais que isso, o conforto desses ônibus não é o mesmo do que um ônibus de viagem, que é mais confortável justamente pelo tempo que a pessoa vai permanecer nele.

Ao chegar, assisti até provavelmente o final do protesto.

Como essas informações que obtive, vou agora expor a minha opinião sobre a manifestação em Porto Alegre.

1. DESORGANIZAÇÃO

Pessoas desorganizadas, porque, ao contrário do movimento passe livre existente em São Paulo, em Porto Alegre não existe um tipo de movimento, pois, as manifestações são organizadas por movimentos estudantis, jovens afiliados em partidos políticos e estudantes em geral. Não tem um líder, o que é necessário para que possa passar credibilidade e certa solidez ao movimento.

Não existe comunicação, não é um grupo unido.

2. CREDIBILIDADE

Não passa credibilidade um protesto em que os jovens se encontram bebendo vinho, pois, não é um evento comemorativo, ao contrário, é algo que deve primeiramente parecer sério, genuíno, e com poder da juventude, e não uma brincadeira, que era o que parecia para muitos adolescentes que lá se encontravam.

3. DEPREDAÇÃO

O movimento não deveria aceitar depredação do patrimônio público e muito menos o privado. Não é uma ideia inteligente depredar as lojas e outros estabelecimentos, pois, um movimento que luta por diminuição nas tarifas do transporte e outras coisas que envolvem grana porque tudo o que foi destruído na manifestação será pago pelo governo, logo, a grana que poderia ser investida em redução das passagens de ônibus, por exemplo, será gasta no que os manifestantes destruíram.

Claro que, obviamente, é uma minoria que depreda o patrimônio alheio, porém, essa minoria causa uma mancha no que seria um protesto pacífico, e sim, acabam representando também o movimento dessa forma. Deveriam ser impedidos de cometer esses vandalismos, pois, em outra situação, tal ato seria considerado crime. Quem depreda durante a manifestação deve ser identificado por quem leva á sério a causa e de alguma forma ser impedido de denegrir a imagem do movimento pacífico, mas como não há um líder, essas ações se tornam impossíveis.

4. CLAREZA

Falta clareza nas reivindicações, muita clareza. Não se definiu um motivo para o protesto. O motivo era a revolta com o país do jeito que está, mas isso, não é uma coisa que se chegue e diga: “Queremos que tudo mude, e queremos isso agora”. Se fosse fácil assim, já teria acontecido mudanças significativas.

E como eu disse, falta alguém para liderar o movimento, para que ele se torne sério, e não apenas uma oportunidade para os vândalos se infiltrarem e saírem pela cidade como loucos desgovernados sem discernimento sobre o que é certo e errado.

-Eu realmente gosto que o povo tenha “acordado” para as coisas que estão muito erradas no nosso país, e eu apoio tudo isso, mas, enquanto eu não conseguir ver seriedade nas pessoas que fazem parte das manifestações, esse movimento não me têm como participante.

Eu quero um país melhor para mim, e para todos nós, mas um movimento que visa apenas juntar pessoas não é o suficiente para que cause grande mobilização, as pessoas que se juntam ao movimento tem que levar a cabeça, e não somente cartazes, tem que mostrar que não sabem apenas gritar, mas que também sabem argumentar como pessoas inteligentes que são.

Protestar virou moda, a pessoa que estava sentada na frente do computador saiu somente porque foi pressionada por tudo e todos para que estivesse lá fazendo a sua parte, mas pelo menos a grande maioria não está lá protestando com bons argumentos, com soluções para os problemas do país. Uma coisa muito fácil é escrever todos os problemas de um país em um cartaz, a outra é colocar a solução para estes problemas. E isso é uma minoria que o faz.

Uma das frases que eu queria ter escrito no cartaz se eu fosse participar era : “Somente nas RUAS conseguiremos conscientizar o povo a fazer diferente nas URNAS”. Porque na verdade, é isso que falta, eleger pessoas que sejam inteligentes e que realmente façam pelo nosso país o que até agora ninguém fez.

Não sou uma pessoa que fala e gosta de política, mas o momento pede essa conscientização do povo.

(Me empolguei nesse assunto, espero que leiam até o final do texto!)

segunda-feira, 27 de maio de 2013

domingo, 26 de maio de 2013

Parei, mas parei de parar a tempo de não parar por completo (?)

Eu parei de escrever.

Eu parei de abrir os e-mails.

Eu parei de ouvir música.

Eu parei de assistir seriados.

Eu parei de ler livros.

Eu parei de assistir filmes.

Eu parei de fazer as unhas.

Eu parei.

Fui parando, sem perceber, de fazer as coisas que me dão prazer, ou as simples coisas que normalmente fazemos.

Claro que eu ainda tomo banho, mas confesso que se alguém me visse hoje me daria uma esmola, e talvez um banho. E desta vez, isso não tem tanto a ver com a depressão, apesar de não ter muita certeza, porque a depressão é uma extensão do que eu sou, mas sinto que não há uma melancolia nem tristeza profunda sem motivos. É apenas inércia.

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Hoje é domingo, dia que eu deveria estar prestando o concurso do Banco do Brasil. Eu deveria.

Eu joguei 40 reais no lixo. E olha que na minha situação 40 reais não é pouca coisa, mas enfim, eu não vou ficar me lamentando por isso, passou, e eu caguei tudo.

Normalmente sou eu mesma que me coloco nessas situações, e como diria a minha psiquiatra, há momentos que eu nado contra a corrente, em direção ao oceano, ao invés de nadar para a terra firme.

E tudo isso é questão de escolha, e eu não consigo mudar essas minhas escolhas. E tudo se repete em looping eterno. Tudo.

Eu tenho me deixado levar pela inércia há muito tempo.

Certo que eu consegui algumas mudanças significativas, como por exemplo, tirar 8,3 no trabalho de matemática (única cadeira da faculdade que eu estou fazendo). Essa nota foi a maior que eu já consegui tirar nessa disciplina, e isso foi uma mudança de comportamento, apesar de eu ainda achar que não fiz o suficiente.

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Ah, mas as escolhas, as escolhas são uma merda.

Ao terminar meu relacionamento sério definitivamente, em meados de agosto de 2012, eu logo me envolvi com uma pessoa do meu passado de solteirice. E fui me deixando levar por essa relação que não era rotulada, que não era compromissada, que parecia me dar liberdade. Balela.

Eu, sinceramente não me encaixo em relacionamentos abertos, não sei se um dia me adaptarei á um troço desses. Eu não consigo lidar com isso. Espero realmente que eu um dia saiba lidar com uma relação assim, mas hoje eu não consigo não sentir ciúmes, não consigo ser uma pessoa na boa com tudo o que uma relação aberta representa. Eu fico com o sentimento de que eu estou sendo desrespeitada. E isso eu não consigo mudar. Felizmente, ou infelizmente é assim.

E voltando ao assunto de escolhas, eu escolhi ficar com uma pessoa com certas características que eu abomino, e porque? Me digam por que, pois até agora eu ainda não consegui identificar o porquê que uma pessoa em sã consciência escolhe alguém para se relacionar que tem características das quais não gosta, das quais eu já desisti de um relacionamento pelos mesmo motivos? E aí Freud?

Eu estou caindo em mim, na verdade eu sempre soube que eu estava nadando em direção ao oceano nessa nova relação, porém, eu, a menina de Q.I de 118 continuou a nadar na direção contrária, mesmo sabendo que era o lado errado. WTF? Sabe?

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É claro que é muito mais confortável permanecer onde está, naquele “falso conforto”, porque é seguro, é algo sem riscos, e normalmente não há surpresas. Pero, a vida é feita de surpresas, não é ?

Particularmente detesto surpresas, e consequentemente não sou lá muito fã do “novo”, e mudanças então, melhor nem comentar. Deve ser por todos esses meus medos que eu prefira permanecer nessa falsa situação confortável do que me abrir para o novo. Porém, o que seria esse “novo”? Ficar sozinha? Bom, isso, na verdade, não é novo não. Eu nasci sozinha, eu já estive por muitos anos sozinha, eu me viro até MELHOR sozinha, então, isso não deveria me assustar. Agora falem isso para o meu organismo, por favor, porque eu acho que ele ainda não entendeu.

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(Vai saber mesmo se é Woody Allen né gente?)

Eu estou voltando aos poucos, fiz este post ouvindo a discografia de John Mayer (seu lindo), pretendo tomar um banho (oremos), escrevi um post em menos de duas horas, e com imagens! É, tenho selecionado imagens relevantes para ilustrar os meus posts, pois acho que o blog anda com carência disso. E pretendo fazer as unhas, assistir game of thrones. Ontem mesmo assisti a um filme. Então, eu retomei a vida. Chega de inércia!

Essas imagens que ilustram esse post, na maioria das vezes eu tirei do facebook, muito difícil dar os créditos, mas, se alguém souber de quem é, favor deixar um comentes aí porque né.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Chupa sociedade!

Então, passei aqui rapidinho pra dizer que o meu Q.I é entre 118 e 120.

Então, CHUPA SOCIEDADE que dizia que eu não era inteligente! Hhahahhaha

Brincadeiras á parte, realmente não fiquei impressionada com o resultado, pois, eu sei que sou capaz, mas me deixo afetar muito pelo emocional, por isso não consigo os resultados que eu espero. Resolvi contar isso em primeira mão aqui no blog, hoje na terapia é que foi passado os resultados dos testes cognitivos que fiz com uma psicóloga.

Então, ando meio ocupada (mentira), por isso esse post é curtinho, mas em breve tem novidades aqui no blog!

Beijos seus lhéindos!

domingo, 5 de maio de 2013

Movimento HotSpot

Semana passada, mais precisamente nos dias 26, 27 e 28 de abril, rolou em Porto Alegre o movimento HotSpot, um evento que envolve arquitetura, cenografia, design gráfico, fotografia, ilustração, música, beleza, design, filme e vídeo, ideia e moda. Ufa, quanta coisa né?

Enfim, eu consegui comparecer no sábado (27) e no domingo (28), no sábado, o meu intuito era prestigiar a palestra do Marcelo Rosenbaum, sim, aquele do quadro Lar doce lar do programa do Luciano Huck.

Porque essa palestra me interessava tanto? Porque hora, veja bem, Marcelo Rosenbaum é um nome conhecido, porque além de bonito (eu acho ele um gato, tá) ele é uma pessoa carismática e passa coisas boas. O que eu sabia sobre ele antes da palestra? Apenas isso, que ele fazia o quadro da rede globo.

Apesar de ter a decepção de não ter conseguido entrar no auditório em que estava sendo ministrada a palestra, tive a oportunidade de ouvir cerca de uns 20 minutos ele conversando sobre o processo criativo, pois, com a demanda de público, a palestra foi transferida para o palco central, onde tinha espaço para todos assistirem.

Aqui a fotinho =) Eu sou aquela com a flecha em cima

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Enfim, o cara foi inspirador, muito inspirador, principalmente neste momento em que eu estou com uma dificuldade imensa de saber o que eu realmente quero para mim. Chego lá e descubro que Marcelo Rosenbaum largou a faculdade de arquitetura faltando um ano para formatura, ou seja, ele não tem formação, e já viajou o mundo com seus projetos, com suas ideias, com seu design e suas inclusões sociais. Enfim, tudo nele inspira atitude, talento, criatividade, emoção e muita empolgação, ele realmente passa coisas boas, e deve ser maravilhoso para quem trabalha com ele, deve ser ótimo trabalhar assim, com gente que inspira talento e ama o que faz, é assim que eu gostaria de trabalhar.

Ainda, no final da palestra tiramos (eu e a Talita) foto com ele, mas como ficamos horríveis, melhor nem postar.

Saí do evento com a cabeça cheia de ideias, e com ânimo renovado para embarcar nesse meu novo empreendimento que terei como sócia a Talita, minha dupla de toda a faculdade, inclusive minha dupla de abandono de curso de faculdade (tô de brink’s, não surtem).

Abandonar a faculdade, apenas quando eu tiver outro curso engatilhado, ou algum emprego que pague muito bem e que eu tenha estabilidade, e como um emprego assim vai ser difícil, não vou largar a faculdade enquanto não tiver outro curso.

Então, eu disse que voltaria a postar frequentemente, acontece que né, ter foco é para os fortes! Porém, eu estou tentando, cês viram?

Beijos procês ;)

domingo, 28 de abril de 2013

Acontecimentos

Oi gente =)

Eu sei, ultimamente não tenho vindo aqui contar a vocês sobre os meus dramas, as coisas tem andado bem estranhas e mudadas agora.

É difícil resumir o que aconteceu comigo nesse mês, mas foi uma grande mudança.

Sabem, como eu já disse aqui, a Arquitetura como profissão, nunca foi um sonho, eu se quer pensava em fazê-la até ela entrar na minha vida, mas quando ela entrou, eu não soube dimensionar a felicidade que senti, o meu sonho tinha se realizado, eu estava na faculdade.

Sim, durante muito tempo eu fiquei tentando e tentando entrar na faculdade, mas nunca tinha sido um empenho muito grande para realizar isso, porém, quando eu consegui entrar no curso de arquitetura, acreditei que, depois de tanto tentar sem sucesso, esse era realmente o meu destino.

Eu sei que eu entrei nessa faculdade e nesse curso por algum motivo. Não acho que foi em vão o tempo que eu permaneci nele, porque, muitas coisas eu agreguei a minha vida graças a esse curso.

-Eu não teria começado a fazer terapia;

-Eu não teria mudado os meus comportamentos nem o meu humor;

-Eu não teria conhecido pessoas maravilhosas.

Sou grata a arquitetura por isso, mas chega, eu não tenho vocação para ser uma arquiteta, eu nunca quis ser uma arquiteta, eu não AMO a arquitetura, eu apenas simpatizo com ela, e isso não basta para eu seguir em frente nesse curso.

Eu relutei, passei esses quatro semestres relutando para não chegar a essa conclusão, pelo simples fato de que, bom, ok, arquitetura não é pra mim, mas então, o que é ?

A resposta é: – Não sei. Ainda não sei.

Eu fiz testes cognitivos com uma psicóloga, e todos deram acima da média, alguns, muito acima da média, o que significa que eu tenho potencial, eu tenho capacidades psicológicas normais, não há nada atrapalhando o meu aprendizado, o que significa que o problema não sou eu, e sim o que eu estou fazendo, que não me interessa nem um pouco, a arquitetura.

Depois de chegar a esse resultado todo sobre a arquitetura eu fiquei muito mal, foi um dia inteiro cheio de dor, de sentimentos negativos de incapacidade, de desesperança, eu não conseguia pensar em algo positivo para o futuro, e isso me sucumbiu por um dia inteiro. Eu queria soluções imediatas, e isso eu não poderia ter.

Depois eu resolvi começar a buscar soluções. Não adiantaria nada eu ficar esperando uma solução cair do céu. Fui até a psicopedagoga, conversei, conversei, conversei… E nossa, eu estava precisando muito falar, falar sobre o ódio que eu tenho das cadeiras que fazia, dos temas abordados, da falta de ação nas aulas, de toda aquela teoria maçante e dispensável, e também da didática ultrapassada dos professores.

E sabem, a psicopedagoga conseguiu fazer o que nem a minha psiquiatra conseguiu, me mostrar uma luz no final do túnel.

Acho que pela experiência da psicopedagoga com esse ambiente universitário e com essas constantes dúvidas, ela entende melhor esse momento, essa carência de algumas coisas. E foi uma conversa revigorante, até porque, ela é uma pessoa que te deixa com uma alma leve, te passa sentimentos bons, te passa coisas boas.

Agora, não querendo deixar esse texto mais longo do que já está, eu cheguei a um veredito, e vou seguir isso, juntamente com o o meu projeto paralelo (falo mais no próximo post, prometo) que só veio a trazer mais luz a esse novo momento da minha vida.

Por enquanto, nesse semestre, eu estou fazendo apenas uma cadeira. Pois é, de 8 cadeiras eu pulei para apenas 1, pois, já que está realmente decidido que eu vou abandonar o curso em algum momento, não vou perder meu tempo, nem me estressar fazendo cadeiras que não estou a fim.

Fiquei fazendo apenas uma porque se trancasse a faculdade perderia o direito de estagiar e porque sei que vou precisar do conteúdo daquela cadeira no meu próximo momento.

Semestre que vem farei cadeiras eletivas na faculdade de comunicação, cadeiras voltadas para o design, área que eu mais me identifico. E farei o ENEM novamente, para tentar conseguir fazer outro curso que me interesse de fato. Pois, não posso trocar de curso que não seja das exatas, e nenhum curso das exatas me atrai.

Farei um teste vocacional com um profissional para descobrir o que eu realmente quero, já que isso é uma das principais necessidades no momento.

E em meio a tudo isso, entra esse projeto paralelo que está me deixando muito entusiasmada e cheia de ideias.

Então, resumindo minha vida de merda, é isso aí que eu tenho vivido, eu sei, uma loucura, mas como foi comprovado pela psicóloga, eu sou normal, e tenho meus testes para provar isso, então, não me julguem!! hahaha

Beijo e até breve (prometo!)

domingo, 24 de março de 2013

E de repente, eu não queria mais…

Semana passada foi a minha primeira consulta com a psiquiatra no consultório novo, e nossa, quanto conforto! Melhoramos muito, fugimos daquele clima horrendo do hospital, e daquelas cadeiras desconfortáveis, e também daquelas salas com paredes super finas que dava para escutar a choradeira de outros pacientes nas salas do lado.

Essa semana, na consulta, surgiu muito o assunto da faculdade, sobre ser realmente isso que eu quero, e sobre o curso, e sobre tudo…

Arquitetura nunca foi a minha vontade, é verdade. Eu buscava um curso que eu fosse usar minha criatividade, queria design visual, ou gráfico. Queria mexer com mídias sociais, internet, blogs, sites, layouts e tudo isso, mas caí na arquitetura de paraquedas, e gostei, porque na verdade, arquitetura não deixa de ser design, aprendemos design, mechemos com mídias gráficas como corel draw e entre outros programas.

Ao longo do curso, vi muita gente desistir, e uma colega que desistiu me marcou com uma frase que justificou quando eu perguntei porque ela sairia do curso: “Arquitetura é para quem ama, eu não amo arquitetura”. E isso me chocou, me marcou, me doeu, e porque? Porque eu não amo o curso que eu estou fazendo, mas diferente de outras pessoas, eu não posso simplesmente abandonar o curso e ir viver la vida loca.

Eu tenho uma bolsa em uma das melhores universidades privadas do estado, uma bolsa integral em um curso cuja mensalidade ultrapassa os dois mil reais. Eu não posso sair, eu poderia trocar de curso? Sim, poderia, mas não há outro curso que eu realmente tenha vontade de fazer na faculdade em que eu estudo. E esse é o grande dilema.

Então, essa semana foi meio louca, que eu passei da convicção de me formar logo para a realidade de que não é bem por aí, de que o curso não está me deixando satisfeita.

Enlouquecida, confusa e triste eram as sensações que eu estava sentindo, pois, além de não saber o que fazer, percebia que não queria continuar onde estava, então foram muitas sensações estranhas que eu senti nesses dias. Foram momentos reflexivos que me fizeram tomar algumas decisões e buscar algumas informações.

Tranquei três disciplinas, o que me dá mais tempo livre, tendo um dia de folga na semana.

Conversei com um professor meu, que descartou a hipótese de que vá ser aberto um curso de graduação em design na universidade tão logo.

E esse mesmo professor me disse que o melhor curso de design ainda é a arquitetura.

Busquei informações em outras faculdades sobre os cursos de design, mas, nada satisfatório.

Refleti sobre a minha situação.

Cheguei a conclusão final que na verdade, eu até gosto da arquitetura, o que eu não gosto é do curso oferecido pela universidade que eu faço. Isso pode chocar um pouco, mas é a verdade. O curso de arquitetura na minha faculdade é fraco.

Sinto muita falta de prática. Vejo muita, muita, muita teoria, demais.

Imaginem que apenas de história eu tenho 7 ou mais cadeiras.

Seria muito bom se nas cadeiras de projeto então eu ter o assunto voltado para a prática, não é?

Eis que o primeiro trabalho de projeto que eu faço é sobre a vida de um arquiteto que, óbvio, já morreu. Gente, trabalho repetitivo, que eu já fiz igual em pelo menos duas cadeiras anteriores, sabe? Isso não é projeto!!

E sem contar que o curso foca muito pouco na parte gráfica, que é muito importante na arquitetura, principalmente porque é isso que hoje mais se trabalha, a área gráfica, e o curso é pobre nessa área. Tão pobre que na faculdade há apenas um laboratório de informática com apenas uns 20 computadores. Eu, no quarto semestre nunca tive UMA aula de AutoCad, para vocês terem uma ideia.

Tudo isso cansa, irrita, e claro, desestimula. Não sei o que fazer, e quando não se tem certeza do que fazer não se faz nada. E por enquanto é assim, continuo fazendo minhas 5 cadeiras e levando a faculdade.

E quando eu chegar a uma solução que possa ser executada, eu conto a vocês. Por enquanto, a única solução que eu tenho é continuar na arquitetura e fazer pós graduação em design. Porém, isso é algo para daqui a uns cinco anos né!

Beijo procês!

sábado, 16 de março de 2013

Duas semanas, um zumbi.

É, chego a estar com vergonha de chegar assim, como quem aparece todo dia, mas aparecendo sei lá, uma vez ao mês.

Não contei muito sobre esse semestre, mas acontece que eu faço 8 disciplinas na faculdade, OITO, totalizando 29 créditos. E bem, para quem não entende nada de disciplinas ou de créditos, eu explico.

De terça á sexta eu tenho aula a partir das 14hs. Oooou seja, saio do estágio meio-dia e vou direto para a faculdade porque não, não dá tempo de ir almoçar em casa.

Nas segundas eu tenho aula a partir das 17hs, porém, tenho minhas consultas com a psiquiatra ás 13hs, chegando em casa por volta das 15hs, eu consigo ainda dormir um pouquinho e depois ir para a aula que vai até ás 22hs. Terça e quinta a aula também vai até 22hs, e quarta e sexta até as 19hs.

Ou seja, todos os dias, eu chego em casa, tomo banho e cama, ou, se ainda tenho um tempinho, tento ficar na internet, mas só um pouco, acabo dormindo por volta da meia noite, para acordar ás 6:30hs da manhã do outro dia e começar tudo de novo.

Não tenho como estudar quando chego em casa, o cansaço é tanto que apenas não dá para concentrar em nada que exija essa concentração.

E é assim, antes das aulas começarem fiz tudo o que não iria conseguir fazer durante o semestre, tipo, depilação, cortar unhas dos pés (kkk), hidratação no cabelo, tomar um banho longo com direito a lavar tudo, ter muitas refeições saudáveis. Porque a vida de estudante é isso gente, não há tempo, não há. Lavar o cabelo e comer uma boa refeição é artigo de luxo! Não se pode fazer todo o dia. Não há tempo para fazer isso todo dia.

Eu passo 14 horas fora de casa, e cerca de mais três horas é apenas para o deslocamento casa/estágio faculdade/casa…. Façam as contas, 17 horas fora de casa, significa 7 horas livres. E adivinhem o que eu faço nessas 7 horas livres? Sim, eu tenho que conseguir tomar banho, comer e dormir, mas ainda assim, no final dessas duas semanas eu estava exausta, tão, tão cansada que cheguei a dormir de roupa e tudo!

E hoje, resolvi me dar um bom tempo com internet, e decidi postar sobre essa fase da minha vida. Ainda, aproveitando esse final de semana, tentarei fazer as unhas, leituras e trabalhos que aguardam eu ter tempo para fazê-los, e claro, colocar o sono em dia!

Bom, quem deve estar se perguntando, porque tantas cadeiras, porque se superlotar de trabalho. Well… Eu preciso me formar logo, eu preciso ter uma vida estável logo, não dá mais para ser alguém que não tem uma carreira definida, eu preciso começar a ter a minha vida de gente grande. Sim, porque enquanto eu ainda estiver na faculdade, não será uma vida de uma profissional de arquitetura, será a vida de uma estudante, alguém em “treinamento”, não alguém completamente capaz. Por isso tantas cadeiras, por isso esse sofrimento todo, mas que eu sei que no final, valerá a pena!

 

Por hoje e pelos próximos dias é isso, até alguma hora que eu tiver tempo!!

Beijos

terça-feira, 5 de março de 2013

A volta a rotina e compras da China!

Se me permitirem, farei um mimimi e vou soltar um palavrão.

PUTA QUE PARIU! Mal começou a primeira semana de estágio/faculdade e eu já estou parecendo um zumbi. PORRA!

Ufa, eu realmente precisava disso. Mimimi feito, vou contar como andam as coisas.

Com a entrada (uiii) do cartão ponto na prefeitura, onde eu faço estágio, eu me ferrei legal. Acabou chegar atrasada e nada acontecer, ACABOU! Até porque agora, chegou atrasado, terá que compensar as horas, ou, será descontado. Ou seja, se já ganhamos pouco, ganharemos menos ainda com os atrasos. Não é vantagem pra ninguém.
Isso é muito foda, ainda mais agora, com o início das aulas, tenho que sair de casa mais cedo porque: 1) Pego um engarrafamento gigante. 2) Tenho que bater o ponto.
Ainda não consegui chegar no horário, por isso estou ficando até mais tarde no estágio para compensar. Enquanto isso, os servidores tirando licenças e férias.

A verdade, é que tudo isso até que é bom, não tendo os superiores aqui, eu passo a manhã inteira olhando sites de compras da China, isso mesmo, China :)
Cês não tem noção da quantidade de coisas legais (e porcarias) que tem nesses sites!
Passo a manhã toda olhando e me indignando com os preços que são ridiculamente baixos, comparados aos do Brasil.
Coisas baratérrimas, das quais eu não preciso, mas sigo a olhar os sites e me perguntar "- porque não?"
O meu único medo de comprar da China é que aconteça como da vez que eu, inocentemente, comprei um celular e ele veio taxado pela receita federal, tarifas alfandegárias que eu nem fazia ideia que existiam. Ou seja, paguei quase o mesmo valor do celular em impostos!!
Porém, agora eu sei, que as tarifas são feitas aleatoriamente e principalmente em produtos eletrônicos, e já estou mais segura para comprar novamente.

Das coisas mais estranhas que eu já quis comprar nesses sites, encontram-se: franja falsa para o cabelo (sempre quis ter franja, mas não tenho coragem de cortar), imã para o dedão do pé que afirma que emagrece (nunca se sabe, vai que funciona), meias (tá, meias nem são estranhas, mas eu estou precisando, e são muito baratas) entre outras coisas que não são estranhas, tipo, jaquetas, não apenas pelos modelos, mas pelo preço. Com o valor das jaquetas no Brasil, eu compro DUAS na China, claro, que se eu quiser usar nesse inverno, deveria já estar comprando porque pode demorar um pouco para chegar, mas, mesmo assim, ainda vale a pena!!

Vamos combinar que a "moda" chinesa não é das mais bacanas, tem umas coisas pra lá de medonhas, não fariam sucesso por aqui, mas também tem a moda comum a todos, sabe, e tem cada vestidinho legalzinho e diferente, que dá vontade de ter um cartão fidelidade dessas lojas.

Enfim, eu fiz uma comprinha em um site brasileiro que intermeia esse tipo de compra, não é tão barato como diretamente com eles, mas ainda é barato, porém, ACHO, e digo acho porque ainda não recebi o produto, que é seguro. Só terei certeza quando minhas maquiagens chegarem, e meus PODRUTOS para azunhas.
*-*
Prometo fazer um post com fotos e tudo quando chegarem, mas ainda vai demorar, pois, fiz o pedido semana passada and essas coisas demoram de 15 á 45 dias, então, é sentar e ter paciência para esperar, e torcer, mas torcer muito para não ser tarifado pela receita federal.

Então, meus bons leitores, nesse final de semana farei um post contando a primeira semana do meu lindo semestre maluco, aguardeeeem!

Bêj

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Como foi que você chegou aqui ?

Andei pensando, e olhando as origens dos acessos ao blog e… Acabei me perguntando, como foi que vocês me descobriram? É, vocês leitores, né.
Algumas das palavras-chave de origem foi “Gorda e deprimida” ou “estou gorda e deprimida” ou pior “depressiva e gorda”… Ok, ok, ok.
A verdade é que eu já falei que estou acima do peso, e sim, eu sou depressiva e aceito a minha condição, mas aí fiquei curiosa. Há muitos acessos por semana no blog. E há gente entrando aqui, lendo e não querendo me contar quem é, pois, tenho apenas 14 seguidores, dois quais apenas dois comentam com frequência, e sei que desses 14 seguidores, OITO não utilizam mais o blogger, ou seja, não têm mais acesso aos posts, então, me pergunto, de onde se origina as mais de 700 visualizações de página do mês passado?
Gostaria de conhecer mais as pessoas que aqui acabam me conhecendo, e descobrindo uma boa parte da minha vida, ah gente, deixa de timidez, me contem um pouco sobre vocês, e como chegaram até esse humilde bloguinho? Pode comentar, eu deixo, é sem moderação justamente para facilitar os comentários, então, fiquem á vontade em me contar como foi que chegaram aqui, o que acharam? Tô curiosa =)

Beijo

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Não é só TPM.

Então, um pouco deste post eu escrevi na minha mesa de trabalho do estágio, e estou tentando colocar em ordem e terminar de escrever ele aqui, mas sabe, está realmente muito difícil.
Eu tento mantê-los informados sobre o meu tratamento, a minha terapia e tudo o que tenho passado. Acontece que eu dei uma desleixada em tudo isso, e pra ajudar a minha médica está de férias, e eu, resolvi tirar férias de mim, e estou tendo uma recaída.
Poxa, logo assim, tão próximo das aulas começarem, justo no meu semestre que eu acredito que as coisas iriam melhorar? Calma. Respira. Tenho mais uma semana para me reerguer e tomar as rédeas da minha vida.
Apenas para escrever este post eu demorei mais de uma semana para conseguir abrir o programa que eu uso para escrever e postar, para chegar até essa linha aqui, mais de meia hora, e é assim que eu estou.
Vou contar um pouco aqui como eu me sinto, para que vocês possam entender que não é apenas preguiça ou uma simples TPM como eu acreditava ser (algumas pessoas não entendem que eu TENHO uma doença séria, então, muitas vezes é preciso explicar, ou quase desenhar).
Há tempos venho sentindo zero vontade de me arrumar, de fazer as coisas básicas, como por exemplo, lavar o cabelo, fico uns três dias sem fazer isso, ás vezes mais. Me olho no espelho e me acho a coisa mais horrível do mundo, a pele oleosa, o cabelo, caindo, sim, voltei a ter queda de cabelo, e está violenta, estou ficando careca! Estou sentindo cabelo e pele esquisitos, como se nada adiantasse, nem cremes, nem tratamentos. Me sinto horrível fisicamente (não que psicologicamente eu me sinta diferente), meu corpo, meu rosto, minha vida, nada está como eu gostaria que estivesse.
Estou acima do peso considerado ideal, não estou gorda, mas estou incomodada em não servir em roupas, ou me sentir desconfortável porque estão apertadas demais, isso me incomoda, meus seios, faz tempo que não falo deles, estão maiores do que o normal, e eu tenho vontade todos os dias de arranca-los fora.
Levanto TODAS as manhãs por obrigação, não por prazer. Eu odeio acordar cedo, odeio muito mesmo, tanto, que a primeira hora da manhã, eu sou o demônio em pessoa. E tudo isso para chegar no estágio e ficar sem ter o que fazer (eu não tenho nada para fazer). Nenhuma atividade, fico fingindo que ainda tenho algo para fazer até que eles resolvam o problemas dos mapas que eu estou atualizando, só que eles nunca resolvem.
Então, passo a manhã inteira lendo o blog da Nádia Lapa, acho que já li quase todos os posts do Cem Homens, e indico muito, ela sabe mais do que eu sobre depressão, gosto de saber que não estou sozinha nessa. Além de passar a manhã inteira lendo e navegando na internet (apenas alguns sites, nem todos são liberados, redes sociais, por exemplo, são bloqueadas), tenho que aguentar o Arquiteto que trabalha conosco, no momento ele é o único “responsável” pelo setor, é irônico, porque ele não sabe nada, e deus me livre ser como ele algum dia, enfim, ele é chato bagarai!
Além de tudo isso, não tenho vontade de fazer as coisas mais normais, tipo, tomar banho, comer, ler, conversar, ou fazer qualquer coisa que antes era divertido.
Não estou conseguindo controlar a minha ansiedade, por isso tenho tomado mais coca-cola do que o de costume, e não tenho planos para tentar parar de beber esse maldito refrigerante (mais uma vez). Em casa passo o dia na internet, nos joguinhos do facebook, lendo alguns blogs, mas sem vontade nenhuma de conversar, por isso, na maioria das vezes não entro no chat do facebook, e escrevo pouco, tem dias que quase nada no twitter, aqui no blog, então? Nem se fala! Se eu não escrevo 140 caracteres, como vou escrever mais de mil aqui ?
Tem muitas atitudes que eu sei muito bem que me ajudariam a melhorar desse meu quadro depressivo, hábitos de vida e alimentação saudável, exercícios físicos, lazer, artes, passeios, diversão, conversar com amigos, brincar com o cachorro, tentar sair de casa, assistir um filme ou aos seriados (nem isso eu tenho conseguido ver, mesmo estando ao alcance das mãos), enfim, eu sei que isso me ajudaria, mas  no momento, não sinto vontade disso. Terei que fazer um esforço para voltar a fazer essas coisas, pois eu sei que pode piorar, então… Tentei começar pelo blog, porque sempre me sinto culpada por não escrever, e já dei o primeiro passo para a recuperação. Agora, é tentar voltar ao mundo que eu gosto de viver, e não ao que eu fico inútil em cima da cama sem fazer nada por mim.
Beijo procês =D

domingo, 17 de fevereiro de 2013

TPM (again)

É gente, estou sem postar.
E permanecerei assim até que meu ódio e pavor mortal do MUNDO acabe.
Isso, amigos, chama-se TPM, e das brabas, então, não encarem como algo pessoal, é apenas um estado de espírito passageiro, ou, assim espero, pois, nem eu me aguentarei assim por muitos dias.
Assim que esse sangue nos olhos diminuir, essa sede de sangue amenizar, ou que a inspiração enlouquecida da TPM resolva reinar sobre mim, estarei de volta no meu estado quase normal.
Um jóinha pra todos, pois beijo e abraço não estão fazendo parte do meu repertório no momento.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

A tal psicologia.

Tá, eu fui na psicóloga ontem. Eu tinha uma ideia bem vaga sobre como seria, mas resolvi ilustrar esse post.
Como eu achava que seria, e a ideia que me fazia mais feliz:
sala da psicologa-vert
Sim, assim mesmo, e usei os memes para deixar engraçadinho. E sim, eu queria que fosse uma sala cheia de brinquedos, muito mais legal, já que seria, na minha cabeça, um teste de déficit de atenção.

Como realmente foi:
consultório-vert
Como assim sem brinquedos ??
AAAh, eu queria tanto.
E assim, acho que não entendi não o propósito dessa “consulta”. Tipo, fui lá bater papo com uma menina que deve ter o que? A minha idade? E tipo, não é por ela ser nova, pois, a minha psiquiatra não tem nem 30 anos ainda e cuida de mim muito bem. Só que, sabe quando você sente que a pessoa não está segura o suficiente? Assim senti a psicóloga, meio crua, muito sem experiência na lida com pessoas. Sou acostumada a encontrar pessoas assim nos RHs dessas agências de emprego e estágios, mas não clinicando. Entendo que ela deve ter recém saído da faculdade, mas ainda assim, não curti, acho que por eu já ter feito terapia por algum tempo, senti-me mais instruída do que a própria psicóloga.
E sei lá. Pensei que era apenas os testes, e não, ela quer bancar a minha psicóloga, só que, tipo, EU JÁ TENHO quem cuide de mim, e sim, prefiro a minha psiquiatra, mil vezes. Queria fazer os testes e tchau pra ela, mas não, apenas conversei, e nada de testes. Saco heim. Gostei não, e pior, semana que vem tem de novo, não quero, não teve química entre eu e ela, não foi amor á primeira vista como foi com a Aline, a minha médica.
Acho que sim, entre relações desse tipo, em terapia, psicoterapia, e qualquer tratamento psiquiátrico, é necessário ter química entre paciente e médico, não tem condições de fazer funcionar sem química.

Então, foi isso.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Déficit de atenção.

Hoje eu tenho um encontro com uma psicóloga no hospital onde faço terapia. Farei uma avaliação solicitada pela minha psiquiatra para saber se eu realmente tenho déficit de atenção. Se for comprovado que eu tenho esse negócio difícil pra caramba de escrever, começarei a tomar a tal de Ritalina.
O fato de eu ter que tomar mais uma medicação controlada não me assusta, pois, será algo que eu tomarei apenas quando achar necessário, e se eu realmente for tomar isso, vai ser bacana para me ajudar na questão concentração, para a faculdade.
Apenas para isso, porque o fato de ser distraída por natureza não me incomoda, mas ser distraída e desconcentrada na faculdade me incomoda e atrapalha muito o meu desempenho, por isso, esse teste será útil. Caso eu não tenha esse negócio que tem um nome difícil pra caramba de escrever, bom, se comprovará que eu sou distraída, sem isso ser uma doença.
Então, por hoje é isso aí!
Bêj.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Encontro a três.

Esse texto, foi inicialmente escrito para um blog que foi um dos meus trabalhos do curso técnico em secretariado que fiz de 2008 até 2010. Tínhamos que escrever textos variados, e na época, segundo semestre de 2008, foi o momento em que meu primeiro namoro, de quase quatro anos, tinha terminado, e escrevi sobre uma situação que vivi logo após o término da relação.

Encontro a três.

“Preciso escrever um texto... Um texto de tema livre. O que é tema livre? Seria colocar todo o meu sentimento em um texto? Pois bem... O que estou sentindo agora? Na verdade não sei bem... Talvez seja um misto de tudo. Tudo o que senti ao vê-lo, ele que disse que não ia me magoar, agindo de forma contraria às suas palavras, sim, me magoando e me cortando toda por dentro, dilacerando meu coração.
Apenas o olhei, sem expressão, apesar de surpresa, a expressão não apareceu em meu rosto. Foi a primeira vez que realmente senti algo depois do que aconteceu. Ele não agüentou meu olhar, tentou fingir que não viu, depois olhou tentando ser insensível, não conseguiu, desviou e baixou o rosto. Ela? Nem sei, não era importante a expressão dela, e, para mim, tanto faz, não a conheço mesmo, mas creio que ela me conheça, antes mesmo de eu saber quem era, ela já me olhava e analisava, nunca me importei, tanto faz como tanto fez. Queria que ele tivesse evitado esse encontro, mas ele não o fez.
Não é uma dor de amor, é uma dor inexplicável, é dor de uma traição sem ser realmente traição, me traiu com palavras, não cumpriu o que disse e isso machuca, me faz pensar que não sou importante, que não sou ninguém. Mas um dia fui alguém importante, como posso agora nada significar?
O olhar dele, olhar de culpa, olhar de quem comete um erro, e ele cometera. Isso me fez pensar muitas coisas, desejando todo o mal a ele, mas não quero mal a ele, apenas queria respeito por tudo que tivemos, foi tanto tempo, faz tão pouco tempo que acabou. Ela é tão diferente de mim, é tão comum. Combina com ele. Merecem apenas o meu desprezo.
Os homens são tão complicados, agem de formas tão diferentes, não sei o que esperar. Mas isso eu não esperava. Ficou surpreso em me ver? Ela não... Sabia exatamente meus horários. E ele caiu na armadilha, homens são tão bobos.
Já tive outros em minha vida, talvez tenha feito até mais rápido que ele, mas agi com discrição, apesar de esta característica não ser o meu forte, agi longe e onde ninguém poderia ver, em um lugar que não me lembrava ele. Mas, pelo jeito, se tivesse feito antes, depois, na frente ou não, para ele, não faria diferença. No entanto, para mim fez.
Ainda estou sozinha, ele não, foi isso que ele escolheu. Não foi bem isso que eu escolhi. Queria estar sozinha, mas ter alguém, ou “alguéns”, é tão difícil... Então sofro por isso também.”

Aqui é o link para a postagem original do blog, que já não é mais atualizado, mas na época, foi um trabalho bacana, e foi uma das coisas que me inspiraram a criar o VIDA DE MERDA no ano seguinte.

Entendam pelo que eu passei. Na época que comecei a namorar aquela pessoa, tinha apenas 16/17 anos de idade, nunca tinha tido um namorado antes.

A relação com ele era boa, e por muito tempo eu fui apaixonada por ele, eu o amei, de verdade, a primeira vez que descobri um sentimento tão forte por alguém, o que me fez ver que o que eu já tinha sentido por outras pessoas não era nada parecido com aquilo que eu senti por ele. De qualquer forma, passamos por coisas que ainda me deixam chocada de como, COMO eu não percebia tudo o que ele fazia pelas minhas costas? Não dá para entender.

Claro, com o final do namoro, as pessoas à nossa volta começam a nos contar coisas, coisas que deveriam ter sido contadas na época do namoro, e não três anos depois. Enfim, ele vinha me traindo há muitos meses com a garota do texto, isso eu descobri há pouco tempo, mas outras coisas como mentir, sair escondido, dar desculpas para “fugir”, tudo isso ele fez. É claro que na época, ele conseguia me enrolar, pois para mim ele era um santo, mas foram me contando, e eu fui pegando um tipo de repúdio por ele, que tenho até hoje. Olha, terminamos há 5 anos e eu ainda tenho vontade de colocar fogo na moto dele quando passo pela frente da farmácia, ou pelo menos dar um chutinho para ela cair no chão.

Como eu percebi depois, o nosso namoro tinha que ter terminado até antes dos 3 anos e meio. A vó dele era uma maluca que não gostava de mim, e eu tampouco dela, ele era um fodido na vida, e eu, queria sempre crescer. Acredito na evolução do ser humano, quero estar nesse constante crescimento, aprendizado, não me contento com pouco. Pode parecer meio hipócrita, meio arrogante, mas eu quero sempre mais, mais da vida, mais do conhecimento, e ele não queria isso. Queria passar a vida atendendo no balcão de uma farmácia, que é o que ele faz até hoje. E o amor, não existia mais amor na relação, era a comodidade de ter alguém ao lado. Falei sobre isso no post de ontem AQUI.

Nós dois não éramos mais compatíveis, em mais nada, e ter ele longe da minha vida, foi como se eu estivesse saindo de uma bolha que não deixava eu ver o mundo com clareza, e foi o que aconteceu, eu só evoluí depois que acabamos. Tive esse momento de dor na época, não é fácil descobrir que seu namoro era baseado em mentiras, mas levantei muito rapidamente, tive momentos depois disso, que nada tinham a ver com ele, que não foram legais, mas é como se eu sempre estivesse muitos degraus acima dele, e eu tenho a certeza de que ele nunca vai conseguir me alcançar.

Então, essa história, foi uma relação de dependência, eu dependia constantemente do amor dele, eu deixava de brigar com ele por coisas que eu não gostava, apenas para tentar não perde-lo, e mesmo assim, a relação terminou, o que significa que ser submissa na relação, não adianta nada. Deixar meus planos engavetados por estar com uma pessoa é burrice, e eu, estava fazendo isso.

Bem, essa foi a história do primeiro namoro, de como acabou, de quanto tempo durou, eu tinha 20/21 anos quando escrevi esse texto, e desde lá, eu consegui conquistar muita coisa que eu jamais sonhei ser possível enquanto eu estava na companhia dele, então, eu sou muito feliz por essa relação ter terminado antes que fosse tarde.

 

Beijo procês =*

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

As metades da laranja.

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Na virada desse ano, 2012/2013, eu apenas queria ficar bem tranquila em casa, pois, eu não queria toda essa loucura de festa que é o ano novo, praia e gente bêbada. Até porque, não gosto de deixar a minha mãe sozinha, e eu meio que me sinto um pouco responsável por ela quando estou apenas eu e ela em casa, e vejam só, isso é quase uma inversão dos papéis, agora quem cuida dela sou eu.

Na tarde do dia 31 resolvi visitar a única amiga que eu mantive desde os tempos da adolescência, porque os outros “amigos” da adolescência o contato é apenas superficial, não existe isso de visitar, sair junto nem nada, no máximo um OI e nem um TCHAU.

E ela me convidou para sair naquela noite, pois era ano novo. Eu relutei, mas acabei cedendo, dizendo que iria com ela. Quando estávamos indo, a mãe dela ligou para desejar feliz ano novo para ela, que ela tivesse muitas felicidades, e que ela ARRANJASSE UM BOM HOMEM para faze-la feliz.

Ora, veja bem, após ela desligar o telefone questionei se a mãe dela acreditava que ela só seria feliz ao lado de alguém, que ela não poderia ser feliz sozinha? Ao que ela me diz que tinha esse mesmo pensamento, que não gostava de se sentir sozinha e queria um marido para “assumi-la”.

Quando eu escuto esse tipo de coisa, eu realmente fico meio chocada, e triste por não saber o que dizer a uma pessoa que pensa dessa maneira. Não é bem um julgamento isso, é apenas o meu pensamento.

Eu, como disse no último post, estou com um pensamento muito livre, porque sim, eu sou uma mulher livre, e não, eu não PRECISO de um homem. Os homens que entram na minha vida, entram porque eu permito, não porque eu NECESSITO disso.

Tem toda uma evolução em mim, para pensar dessa forma, eu já tive muitos relacionamentos, e com eles aprendi que não podemos ser dependente de ninguém, se tornar dependente envolve muito mais coisas do que só amor, aliás, eu diria que muitas vezes, quase não existe amor em uma relação de dependência. É como se você precisasse da pessoa para ser você, e na minha concepção, isso é errado.

A história das metades da laranja, sabe? Tudo errado. Não é assim que se fazem as relações. Depender do outro, precisar ter o outro, se apossar do outro, querer ter poder sobre o outro. Não, não, não e não. Isso não é amor, amor é outra coisa.

Primeiro, antes de tudo, antes de mais nada, você tem que ser completo por si só, se amar, se amar muito, antes de amar o outro. Uma pessoa completa, feliz consigo mesma é muito mais atraente do que uma pessoa dependente do amor do outro. É nessas relações de dependência que surgem os ciúmes, tentativas de posse sobre o outro, brigas por poder, perde-se a liberdade, não se tem nada, muito menos amor. Se tem mesmo é a vontade de controle, que pode ser um sentimento maior até que o amor.

Eu tive relações assim até muito, muito pouco tempo (isso me lembra que prometi um post falando sobre o término do meu último namoro e ainda nem fiz, me cobrem). E realmente, eu comecei a perceber que não era dessa forma que eu queria que as coisas acontecessem. Um relacionamento deveria apenas somar, não subtrair coisas. E eu, nessas relações, acabava me sentindo presa, e perdendo coisas, momentos, acabava sendo algo que me fazia sofrer, e não ser feliz.

Por todas essas experiências ruins, umas muito, outras nem tanto, eu estou tentando mudar a minha maneira de ser nas relações, e confesso que mudar é difícil, se controlar para não querer possuir e controlar a vida do outro é uma tarefa e tanto, e fazer com que o outro não queira te controlar também é. Aos poucos eu vou aprendendo que não, o outro não me completa, a única que pode me completar sou eu mesma, não, eu não controlo o outro e nem o outro me controla, a única coisa que eu DE FATO tenho controle é sobre a minha vida e nada mais, eu faço o que eu bem entender sim, desde que respeitando o outro, porque sim, respeitar é amar, controlar não.

E esse assunto se estende bastante, e muito, e demais. É muita coisa a aprender, mas, nada que seja impossível.

A minha amiga tem uma maneira diferente de ver as relações dela, mas, eu já experimentei essa maneira e PARA MIM não deu certo, para ela, pode ser que funcione, mas comigo não é assim.

Quero ser uma laranja inteira, e quero encontrar outra laranja para mim, porque é assim que nascem as laranjas, inteiras, não pela metade.

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domingo, 10 de fevereiro de 2013

Iniciação ao feminismo.

Eu nem preciso dizer novamente o quanto eu odeio carnaval?

 

Então, nesse feriadão eu decidi descansar ao máximo, pois, em breve estarei novamente na loucura da faculdade, então quero estar bem tranquila para iniciar um ano letivo que eu sei que vai me desgastar até a alma, por isso, essas mini férias do meu estágio, e essa eterna vontade de ficar em casa.

E também decidi que durante esses dias de folia (para os outros) eu iria escrever pra o blog, jogar na internet, assistir seriados e dormir, dormir, dormir e comer, sem restrição de nenhuma dessas coisas, sem moderação.

E então, a maioria dos textos que eu pretendo escrever mostra um lado da minha personalidade que aos poucos eu venho descobrindo, e que poucos conhecem, por isso, resolvi fazer esse texto explicando um pouco do meu pensamento, relacionado aos posts que estão por vir (se a preguiça permitir). Eu lembro de até pouco, pouquíssimo tempo atrás eu renegar o movimento feminista de uma forma odiosa. Sim, cheguei a afirmar que achava o feminismo chato, sem sentido e tentava ao máximo ficar longe de discussões feministas.

Pois é, eu estou envergonhada de mim ao contar isso, pois agora, que eu tenho me aprofundado no assunto, tenho visto em mim muitas características de uma mulher muito feminista. E é por isso que eu me envergonho de outrora ter desdenhado o feminismo e suas lutas e ter considerado tudo isso chato. Eu venho com um pensamento mais livre de preconceitos, pensamentos de mulher livre que me deixam tão leve, me deixam tão mais livre de neuras e preocupações que antes eram tão importantes, e hoje vejo que não tinha sentido algum.

Porém, sim, eu me perdoo por isso, não cabe a ninguém me condenar por um dia eu ser desprovida de informação sobre esse assunto, pois, eu pesquisei, eu me informei, eu comecei a estudar sobre isso, confesso que muito superficialmente, ainda, mas demonstro aqui o meu desejo pelo conhecimento sobre esse movimento.

Os textos que eu estou para escrever, aqueles que eu farei quando a preguiça permitir, falam das atitudes, não do movimento em si, pois esse, como eu já falei, estou estudando ainda. É o meu pensamento feminista, sou ainda muito leiga no assunto, mas contrárias aos pensamentos machistas, que sim, não é somente dos homens, pois há, e muitas, mulheres machistas, assim como, há, muito pouco, mas há, homens feministas, não é uma característica de gênero, e sim de pensamento.

Confesso que ainda tenho medo de falar sobre feminismo,eu sou muito, muito leiga nesse assunto, tenho medo de parecer apenas uma menina idiota que não sabe nada sobre o movimento, mas aos poucos eu irei aprendendo mais, porque agora ainda não estou muito segura das palavras.

Espero que me entendam !

 

Até breve Smiley piscando

feminismopunho

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Call me, Baby ;)

Bom, já devo ter contado aqui que sou, acho que, a maior fã do filme JUNO ? Sim, já vi mais de 15 vezes esse filme, acreditem se quiser, quem nunca assistiu, eu super recomendo ir assistir tipo, AGORA!!

Então, no filme, há uma cena, essa da foto, em que Juno está falando ao telefone, e sim, ele é em formato de Hambúrguer.

JunoHamburger

Agora que eu coloquei internet banda larga em casa, e tive que me obrigar a adquirir uma linha telefônica junto a isso, bem, não tenho aparelho de telefone ainda, e estou em busca desse telefone, porque sim, eu quero ter um telefone desses urgenteee!

juno-cheeseburger-phone

Sei que é loucura, mas andei pesquisando loucamente na internet e encontrei no mercado livre, AQUI *-* É ou não é a coisa mais linda? PRECISOOOOO!!